Sescon Campinas se mobiliza contra o fechamento do Posto Fiscal de Amparo

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Mais de 350 empresas poderão ser prejudicadas

 Mais de 350 empresas filiadas ao Sescon Campinas (Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas da Região Metropolitana de Campinas) poderão ser prejudicadas com o fechamento do Posto Fiscal de Amparo PF 12, vinculado à Delegacia Regional Tributária de Jundiaí – DRT 16. Conforme a Portaria CAT de 02/02/2016, o Posto Fiscal será extinto a partir do dia 15/02/2016 e permanecerá funcionando somente até o dia 29/02/2016.

O referido Posto Fiscal atende oito cidades: Jaguariúna, Águas de Lindóia, Lindóia, Pedreira, Amparo, Monte Alegre do Sul, Serra Negra e Morungaba. Sendo que duas dessas cidades, Jaguariúna e Pedreira são associadas ao Sescon Campinas, totalizando somente entre as duas, aproximadamente 350 empresas que utilizam diretamente os serviços prestados por esse Posto Fiscal.

“Embora muitos serviços sejam resolvidos eletronicamente, ainda para grande parte há necessidade de deslocamento até o Posto Fiscal de Amparo, sendo que seu fechamento trará muitos transtornos a essas empresas, como custos de viagem (combustível, pedágio, desgaste do carro), pessoal habilitado e experiente para dirigir em rodovia, perda de tempo, risco de vida, entre outros”, revela o presidente do Sescon Campinas, Edison Ferreira Rodrigues.

O presidente do Sescon lembra que estamos numa época em que a palavra de ordem é ‘reduzir custos’. “Esse fechamento trará com certeza dispêndio financeiro expressivo para as empresas, sendo que o custo fixo para manutenção do Posto não chega a R$ 7.000,00 / mês (exceto funcionários), que diluído entre a quantidade total de empresas dessas cidades, custa menos que R$ 7,00 por empresa para o governo por mês”, diz.

Em vista disso, o presidente do Sescon Campinas enviou no dia 05/02 uma carta ao Governador do Estado de São Paulo Geraldo Alckmin, lamentando o fechamento do Posto Fiscal de Amparo e pedindo para que a portaria seja revogada, evitando assim que os custos que as empresas terão com esse fechamento, não sejam repassados para o consumidor final.